Como o ENEM usa a tecnologia para garantir a segurança das provas? De uma maneira não muito impressionante: com cadeados eletrônicos e chips de identificação por radiofrequência. O governo investiu R$ 262 milhões para melhorar a tecnologia de proteção usada nas provas desde o ano passado.
Os cadeados são usados nos malotes que contêm as provas e registram o horário de abertura de cada malote. A ideia é evitar que algum malote seja aberto antes do horário de início da prova, no trajeto entre as gráficas e as escolas.
Já os chips RFID permitirão monitorar, por rádio-frequência, o deslocamento dos malotes. Qualquer mudança de rota poderá ser registrada por eles.
Já os chips RFID permitirão monitorar, por rádio-frequência, o deslocamento dos malotes. Qualquer mudança de rota poderá ser registrada por eles.
Segundo o Ministro da Educação, foram checados mais de 3,4 mil itens de segurança e qualidade em 11 etapas do Enem, desde o planejamento até a capacitação das 566 mil pessoas envolvidas na aplicação das provas. Nesta fase de aplicação do exame, a organização concentrou a atenção em 33 itens, numa tentativa de evitar falhas e fraudes, como foram registradas nas edições anteriores.

Fonte: Reuters e revista Exame






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